Teatro do Vestido visita lugares de intimidade em nova produção

Espólios, de Joana Craveiro, encerra uma trilogia de lugares e afetos e reflete sobre a humanidade partilhada e a cultura do materialismo.

Há uma frase que diz que a casa é o sítio onde o coração habita. Em Espólios, de Joana Craveiro, o Teatro do Vestido concorda que os lares são lugares especiais de intimidade, de partilha, de acumulação e despojamento, de relações que combinam afeto, beleza, esperança, nostalgia e amor. O espetáculo em estreia amanhã, dia 5 de maio, com partida do Teatro Carlos Alberto (TeCA), no Porto, é um projeto sobre o que as pessoas guardam nas suas casas e sobre o que esses objetos de fetiche (e adoração?) dizem sobre elas.

Espólios tem início no Teatro Carlos Alberto, às 20h30, com saída prevista às 20h45 para as sete casas particulares dispostas ao longo da Rua da Firmeza, Rua João das Regras, Rua D. João V e Rua do Bolhão. Apesar da maior parte do espetáculo ser passado no interior das moradias, há, ainda, uma parte que tem lugar nas ruas, em percursos que, para Joana Craveiro, “são parte intrínseca desta descoberta”. Espólios é uma coprodução Teatro do Vestido e Teatro Nacional São João e está em cena até dia 15 de maio, de quarta-feira a domingo. A peça tem duração de duas horas e meia e tem o preço de dez euros.

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