A Despedida de Marta Freitas diz adeus ao TeCA no domingo

Sob o espectro lúgubre da morte, dois irmãos jogam volley num cemitério, em cima da campa dos pais. A preto e branco, como no cinema antigo, a dupla – interpretada por João Costa e Pedro Mendonça – procura habituar-se ao frio da terra, ao silêncio dos mortos e à efemeridade da vida, depois de descobrirem que o mais novo irá morrer em breve. Aliando o thriller ao film noir, A Despedida experimenta a sombra da incerteza, a mágoa do luto e a aceitação da perda.

Num perverso jogo melancólico, o espetáculo ingressa numa viagem pelas memórias do passado, com paragens na infância, iniciando um ritual de despedida que é também uma preparação e aprendizagem para a morte. A peça, assinada e encenada por Marta Freitas, está em cena no Teatro Carlos Alberto (TeCA) até domingo, 17 de abril.

A Despedida, uma coprodução Mundo Razoável e Teatro Nacional São João, destina-se a maiores de 14 anos. O espetáculo pode ser visto quarta-feira, às 19h00, de quinta-feira a sábado, às 21h00, e no domingo, às 16h00, por 10 euros.

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